Românico: Contextualização Histórica.


Durante o século III d.C. o Império Romano vivia sob a égide de uma crise que ameaçava a poderosa civilização de Roma. A divisão do Império (Império de Oriente com a capital em Constantinopla e Império de Ocidente com a capital em Roma) fragilizara a já debilitada união e levantou fisuras enquanto a novas formas de administração, o que alimentou altercações e movimentos que se insurgiram contra o domínio romano.
A grave crise económica, provocada pela saturação de uma mão de obra escrava que se revoltava ao sentir o menor sinal de fragilidade na liderança, acentuada pelos saques às caravanas comerciais, urbs e villa romanas pelos povos bárbaros e à tremenda despesa que representava o exército romano. O exército romano, cada vez mais disperso geograficamente, desmotivado, mal preparado e que integrava nas suas fileiras inúmeros militares de origem bárbara, tornou-se uma máquina pesada, dispendiosa e pouco eficaz. A falta de motivação granjeava no exército, os desprotegidos cofres de Roma não suportavam os elevados custos.
Os povos bárbaros (Alanos, Godos, Vândalos, Francos ou Lombardos) fustigavam as fronteiras do Impérios, convidando o exército romano a uma guerra de emboscadas. Empurrados pelos temíveis Hunos, cujo rei Átila tornara-se uma lenda, os povos germânicos invadiram durante os séculos IV e V o fragilizado Império Romano de Ocidente.
A grave crise económica, provocada pela saturação de uma mão de obra escrava que se revoltava ao sentir o menor sinal de fragilidade na liderança, acentuada pelos saques às caravanas comerciais, urbs e villa romanas pelos povos bárbaros e à tremenda despesa que representava o exército romano. O exército romano, cada vez mais disperso geograficamente, desmotivado, mal preparado e que integrava nas suas fileiras inúmeros militares de origem bárbara, tornou-se uma máquina pesada, dispendiosa e pouco eficaz. A falta de motivação granjeava no exército, os desprotegidos cofres de Roma não suportavam os elevados custos.
Os povos bárbaros (Alanos, Godos, Vândalos, Francos ou Lombardos) fustigavam as fronteiras do Impérios, convidando o exército romano a uma guerra de emboscadas. Empurrados pelos temíveis Hunos, cujo rei Átila tornara-se uma lenda, os povos germânicos invadiram durante os séculos IV e V o fragilizado Império Romano de Ocidente.

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